sexta-feira, 4 de março de 2016

LEIS DOURADAS


Ao longo da história, inúmeros Anjos de Luz têm reencarnado na Terra, em momentos cruciais da nossa existência, para aprofundar o nosso desenvolvimento espiritual. 


Entre eles podemos destacar Shakyamuni Buda, Khrisna, Confúcio (no Oriente), Sócrates, Jesus Cristo e Maomé (no Ocidente).

As Leis Douradas explora a história secreta da humanidade, segundo a visão do Supremo Espírito do Grupo Espiritual da 
Terra, El Cantare, explicando como o plano de Deus tem sido concretizado neste planeta ao longo do tempo.

Ao tomar conhecimento do verdadeiro curso da história, entendemos a grandiosidade da nossa missão espiritual nesta era. 

O milênio que se inicia é de promessa e esperança. 

Depende de todos nós vencer o desafio,trabalhando juntos para aumentar a Luz. 

Não estamos sozinhos neste mundo. Durante todos esses séculos, o plano celestial tem enviado seus representantes para nos ensinar o caminho da verdade e da libertação. 

É mais do que tempo de levar a sério as lições que nos deixaram Buda, Maomé, Cristo, Khrishna e todos os espíritos de luz que passaram por aqui.

Esse é o único modo de enfrentar e vencer, os inúmeros desafios que a vida coloca diante de nós. 

Esses seres de luz vieram de dimensões muito avançadas para ensinar na Terra o poder do amor e da generosidade. 

Mostraram que é possível construir um mundo melhor, sem violência, sem sofrimento. 

Esse mundo, a Utopia, virá quando todos nós tomarmos consciência de que valores como a amizade e a solidariedade são mais importantes do que as ambições materiais. 

Passageiras, essas ambições criam a ilusão da felicidade. 
Uma ilusão que nos envolve e nos cega, afastando-nos do caminho da Luz. 

As Leis Douradas mostra-nos como podemos voltar à trilha certa. 

Porque é ela, e só ela que poderá nos levar à verdadeira felicidade.

Quanto mais cedo agirmos de acordo com o que realmente somos 
- parte de um plano maior, infinito, onde impera a bondade 
- mais depressa conheceremos a paz interior.

E esse é o primeiro passo para fazer este mundo cumprir seu destino de ser um lugar mais inteiro, mais tranqüilo e mais feliz.







SOMOS NÓS QUEM ESCOLHE O MOMENTO EM QUE ENTRAMOS E SAÍMOS DO NOSSO ESTADO FÍSICO


Somos nós quem escolhe o momento em que entramos no nosso estado físico e o momento em que saímos. Sabemos quando atingimos aquilo que era suposto atingirmos quando para cá fomos enviados... 

Quando já tiver tido tempo para descansar e retemperar a sua alma, é-lhe permitido escolher a sua reentrada no estado físico.

O nascimento no seio das nossas famílias não é um fruto do acaso, nem uma coincidência. Escolhemos as nossas circunstâncias e estabelecemos um plano para as nossas vidas, mesmo antes de sermos sequer concebidos. 

Somos ajudados no nosso planeamento por entidades espirituais que, provavelmente, também nos orientam e protegem enquanto estamos nos nossos corpos físicos, consoante o nosso plano de vida se vai desenrolando. 

Destino é mais um nome para os dramas que já escolhemos.
Existem provas consideráveis de que vimos realmente os acontecimentos principais na nossa vida futura, os chamados pontos de destino, durante a fase de planeamento anterior ao nosso nascimento. 

Nós escolhemos nossa reencarnação?







Regis Mesquita


Nós escolhemos quando nascemos? Escolhemos em que 

família nascer? Escolhemos o tipo de vida que teremos?


Existem algumas regras que são seguidas na maioria dos 
casos. A primeira e mais importante:quanto mais evoluído 
for o espírito, mais liberdade ele tem de escolha.


Um espírito mais evoluído, mais maduro e consciente, está 
melhor preparado para tomar decisões importantes. 
Sendo assim, participa mais ativamente da preparação 
de sua encarnação. 

Esta preparação inclui a época do nascimento,
algumas características do corpo que terá, as missões 
de vida (objetivos a serem atingidos), e vários outros aspectos 
de sua encarnação futura.


A encarnação corresponde a uma restrição da vida do espírito.
Ele “sai” de uma faixa vibratória mais sutil e encarna em uma 
faixa vibratória mais densa. Além disso, grande parte do 
conteúdo do espírito fica dissociado, ou seja, “não age” na
vida encarnada.


O espírito que anima o corpo de cada um possui milhares de 
anos, talvez milhões. As encarnações contam-se às centenas
ou milhares. 

Para conseguir focar em sua missão de vida, o espírito tem
que restringir esta enormidade de conteúdos próprios. 
Quantas vezes as pessoas dizem umas para outras: “esquece
isto, toca sua vida. Estas coisas do passado estão te atrasando
a vida”. 

É exatamente isto que acontece com o espírito encarnado: 
quando parte do seu conteúdo fica dissociado, “ele 
esquece o passado”. Ele foca em uma “nova vida”, com 
muito menos influência deste passado. 
É uma vida protegida, protegida dele mesmo. 

Esta proteção visa facilitar sua evolução naquilo que foi 
planejado antes de nascer.

O processo de encarnação é complexo e muito bem 
orientado por espíritos mais evoluídos. 
Desta forma, são raríssimos os espíritos que encarnam na 
Terra que têm total liberdade de escolha dos aspectos 
de sua encarnação. 

A massa dos encarnados no planeta está em níveis 
evolutivos e vibratórios que necessitam de muita 
ajuda e orientação. Sendo assim, quase todos participam 
da sua programação de encarnação, porém sem 
grandes possibilidades de decidir - podem sugerir, mas a 
decisão final é resguardada para quem tem mais 
maturidade e experiência, os espíritos mais evoluídos. 

Existem, obviamente, algumas exceções a estas regras.

O fato de você estar encarnado no Planeta Terra significa 
que já evoluiu bastante, mas que ainda mantém 
grandes necessidades evolutivas. 

Seus desafios atuais são oportunidades de aprendizagem; 
ou seja, aprendizado daquilo que é necessário para o 
espírito evoluir. Para cumprir nossas missões de vida temos
que enfrentar os desafios que a vida nos coloca. 

Nem sempre escolhemos conscientemente estes desafios,
mas podemos torná-los úteis ao aproveitá-los para desenvolver 
em nós habilidades e qualidades.

2O DORES CORPORAIS E A RELAÇÃO DELAS COM OS SENTIMENTOS – SUA DOR PODE SER EMOCIONAL!



A dor fala mais do que estamos vivendo do que se imagina.

Se você está sofrendo com algum tipo de dor, este post pode ajudar a encontrar a causa. Não se assuste se essa causa não for uma inflamação ou lesão, mas um problema emocional.

Preparamos esta matéria com muito carinho. Pois temos certeza de que ela vai ajudar muitas pessoas, que poderão se livrar de sua dor física a partir do instante que se curarem da dor interior.

Aprenda a descodificar a mensagem do seu corpo e seja mais feliz:

1. Dores musculares: revela que a pessoa está com dificuldades em aceitar mudanças.
A pouca flexibilidade na vida pode ser prejudicial, procure se adaptar às novas situações.

2. Dor de cabeça: você tem uma decisão a tomar?
Então se posicione!
A tensão provoca estresse. Procure relaxar e deixar a mente mais leve.

3. Dor de garganta: esta é uma dor bem comum e pode ser o indicador de que você está com problemas de perdoar, seja os outros ou até a si mesmo(a).
Reflita sobre o amor e a compaixão.

4. Dor nas gengivas: talvez seja a dificuldade de tolerar ou de tomar decisões.
A indecisão e o desconforto causado por ela são muito perigosos! Cuidado!

5. Dor nos ombros: pode indicar uma sobrecarga emocional. Não carregue tanto peso sozinho(a), distribua. Além disso, não acumule problemas, resolva-os.

6. Dor de estômago: parece engraçado, mas é real.
Se você não “digeriu” bem alguma situação ruim, pode ter dores no estômago.

7. Dores na parte superior das costas: procure alguém para compartilhar os problemas e alegrias.
Este pode ser o indício de que você precisa de apoio emocional.

8. Dor na região lombar: pode ser sinal de falta de dinheiro ou de apoio emocional.
Seja otimista e reaja.

9. Dores no sacro e cóccix: há situações que precisam ser resolvidas e você está ignorando?
Pense bem.

10. Dor de cotovelo: outra parte do corpo que está bem relacionada à resistência a mudanças.
Ouse! Se não for possível, pelo menos trabalhe sua mente para se ver livre do que está pressionando.

11. Dor nos braços: é pesado carregar algo ou alguém com muita carga emocional.
Veja se é necessário mesmo fazer isso. Reflita sobre o assunto.

12. Dor nas mãos: mostra falta de conexão com as pessoas ao seu redor.
Procure fazer novos amigos e estreitar os laços de amizade com os mais antigos.

13. Dor nos quadris: se você anda com medo de agir, isso pode resultar em dor nos quadris. Está pensando em novas ideias?
Posicione-se! Isso vai lhe dar grande alivio.

14. Dor nas articulações: músculos e articulações são flexíveis.
Seja como eles: procure novas experiências na vida – com responsabilidade.

15. Dor nos joelhos: provavelmente seja o orgulho. O que acha de ser humilde e aceitar as diferenças e circunstâncias?
Sabemos que não é fácil. No entanto, é necessário. Você é mortal, como todos os outros – não perca tempo e viva em amor.

16. Dor de dente: pense positivo. Se estiver em situações difíceis, tenha fé que tudo será resolvido.
Esta dor simboliza um fato que não está agradando a você.

17. Dor no tornozelo: seja mais tolerante com si mesmo(a).
Permita-se ser feliz e não cobre tanto. O que acha que dar um toque especial na vida amorosa?

18. Dor que causa fadiga: viva novas experiências.
Livre-se do tédio!

19. Dor nos pés: um novo passatempo ou um animalzinho de estimação pode pôr fim à vida deprimida de qualquer pessoa. Não permita pensamentos negativos, e os positivos farão você “voar”.

20. Dores em várias partes do corpo: nosso corpo é formado por energia.
Se você estiver uma pessoa muito negativa, vai sofrer dores e ter uma queda na imunidade.
Cuidado!
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Publicado por:  O Segredo a 24 de novembro de 2015


Fonte: Cura Pela Natureza

ALGO MUITO PREOCUPANTE QUE ESTÁ ACONTECER COM AS NOSSAS CRIANÇAS


Hoje partilhamos um texto muito interessante sobre ansiedade infantil, com uma entrevista com o Dr. Augusto Cury sobre os desafios de se criar os filhos hoje e como a família e a escola têm educado os pequenos.

Dr. Augusto Cury tem livros publicados em mais de 70 países. O psiquiatra é autor do best-seller Ansiedade – Como Enfrentar o Mal do Século e atingiu a marca de 10 livros nas listas de mais vendidos, liderando as listas de ficção e não ficção ao mesmo tempo.

1- Excesso de estímulos

“Estamos a assistir ao assassinato coletivo da infância das crianças e da juventude dos adolescentes no mundo todo. Nós alteramos o ritmo de construção dos pensamentos por meio do excesso de estímulos, sejam os presentes a todo momento, seja acesso ilimitado a smartphones, redes sociais, jogos ou excesso de TV. 

Eles estão a perder as habilidades sócio emocionais mais importantes: colocarem-se no lugar do outro, pensar antes de agir, expor e não impor as ideias, aprender a arte de agradecer. 

É preciso ensiná-los a proteger a emoção para que fiquem livres de transtornos psíquicos. Eles necessitam gerenciar os pensamentos para prevenir a ansiedade. Ter consciência crítica e desenvolver a concentração. Aprender a não agir pela reação, no esquema ‘bateu, levou’, e a desenvolver altruísmo e generosidade.”

2- Geração triste

“Nunca tivemos uma geração tão triste, tão depressiva. Precisamos ensinar às nossas crianças a fazerem pausas e contemplar o belo. Essa geração precisa de muito para sentir prazer: viciamos nossos filhos e alunos a receber muitos estímulos para sentir migalhas de prazer. O resultado: são intolerantes e superficiais. O índice de suicídio tem aumentado. 

A família precisa de se lembrar que o consumo não faz ninguém feliz. Suplico aos pais: os adolescentes precisam ser estimulados a aventurarem-se, a ter contato com a natureza, encantarem-se com astronomia, com os estímulos lentos, estáveis e profundos da natureza que não são rápidos como as redes sociais.”

3- Dor compartilhada

“É fundamental que as crianças aprendam a elaborar as experiências. Por exemplo, diante de uma perda ou dificuldade, é necessário que tenham uma assimilação profunda do que houve e aprender com aquilo. Como ajudá-las nesse processo? 

Os pais precisam falar das suas lágrimas, suas dificuldades, seus fracassos. Em vez disso, pai e mãe deixam os filhos no tablet, no smartphone, e os colocam em escolas de tempo integral. Pais que só dão produtos para os seus filhos, mas são incapazes de transmitir a sua história, transformam seres humanos em consumidores. 

É preciso sentar e conversar: ‘Filho, eu também fracassei, também passei por dores, também fui rejeitado. Houve momentos em que chorei’. Quando os pais cruzam o seu mundo com o dos filhos, formam-se arquivos saudáveis poderosos na sua mente, que eu chamo de janelas light: memórias capazes de levar crianças e adolescentes a trabalhar dores perdas e frustrações.”

4- Intimidade

“Pais que não cruzam o seu mundo com o dos filhos e só atuam como manuais de regras, estão aptos a lidar com máquinas. É preciso criar uma intimidade real com os pequenos, uma empatia verdadeira. A família não pode só criticar comportamentos, apontar falhas. A emoção deve ser transmitida na relação. 

Os pais devem ser os melhores brinquedos dos seus filhos. A nutrição emocional é importante mesmo que não se tenha tempo, o tempo precisa ser qualitativo. Quinze minutos na semana podem valer por um ano. Pais têm que ser mestres da vida dos filhos. 

As escolas também precisam mudar. São muito cartesianas, ensinam raciocínio e pensamento lógico, mas se esquecem das habilidades sócio emocionais.”

5- Mais brincadeira, menos informação

“Criança tem que ter infância. Precisa brincar, e não ficar com uma agenda pré-estabelecida o tempo todo, com aulas variadas. É importante que criem brincadeiras, desenvolvendo a criatividade. Hoje, uma criança de sete anos tem mais informação do que um imperador romano. São informações desacompanhadas de conhecimento. 

Os pais podem e devem impor limites ao tempo que os filhos passam à frente das telas. Sugiro duas horas por dia. Se não colocares limite, eles vão desenvolver uma emoção viciante, precisando de cada vez mais para sentir cada vez menos: vão deixar de refletir, se interiorizar, brincar e contemplar o belo.”

6- Parabéns!

“Em vez de apontar falhas, os pais devem promover os acertos. Todos os dias, filhos e alunos têm pequenos acertos e atitudes inteligentes. 

Pais que só criticam e educadores que só constrangem provocam timidez, insegurança, dificuldade em empreender. Os educadores precisam ser carismáticos, promover os seus educandos. Assim, o filho e o aluno vão ter o prazer de receber o elogio. Isso não tem ocorrido. 

O ser humano tem apontado comportamentos errados e não promovido características saudáveis.”

7- Conselho final para os pais

“Vejo pais que reclamam de tudo e de todos, não sabem ouvir, não sabem trabalhar as perdas. São adultos, mas com idade emocional não desenvolvida. 

Para atuar como verdadeiros mestres, pai e mãe precisam estar equilibrados emocionalmente. Devem desligar o telemóvel ao fim de semana e ser pais. Muitos são viciados em smartphones, não conseguem desconectar. 

Como vão ensinar os seus filhos e fazer pausas e contemplar a vida? Se os adultos têm o que eu chamo, o síndrome do pensamento acelerado, que é viver sem conseguir aquietar a mente, como vão ajudar os seus filhos a diminuírem a ansiedade?”
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Pais: Eu, Catia como mãe e auxiliar de educação venho dizer que tudo o este este médico disse é a mais pura verdade, não pudemos ralhar e culpar nossos filhos pelo uso excessivo de tv, de jogos, de falta de estudo, etc... eles só estão fazendo o que nós pais lhes incutimos a fazer, porque quem comprou os jogos? quem deixou desde muito cedo verem tv? quem não os ensinou a estudar? ... foram eles pais?!?!? ou nós!
Lembrem-se da educação que recebemos, da infância que tivemos e vejam quem nós hoje somos! 
Sim, é verdade no nosso tempo não havia a tecnologia que existe hoje, mas cabe a nós pais incutir desde muito cedo bons hábitos e regras, se o fizermos teremos adultos responsáveis e não adultos ignorantes, dependentes e sedentários. Dou graças a Deus por não ter nascido nesta época, porque se tivesse nascido iria ser uma criança infeliz.
Nossos filhos serão o futuro, lembrem-se disso! Tudo o que os nossos filhos precisam é de amor, compreensão e educação...

Para termos adultos responsáveis, temos de ser pais responsáveis... 

Um bem haja

Cátia Cardana

"O presente” este vídeo recebeu mais de 50 prêmios internacionais

Por Revista Pazes 

Música do final: The Present - Zealand ft. Septemberkind