quarta-feira, 2 de março de 2016

ESTE ARTIGO MUDARÁ A FORMA COMO VOCÊ VÊ A SUA MENTE


Alguns fatos são surpreendentes para nós, como as grandes descobertas, aquelas que nos agitam e nos dão a sensação de que nossa vida está dividida entre antes e depois delas, aquelas que têm o poder de nos fazer crescer e evoluir. Neste artigo, vamos apresentar uma história que tem todos os ingredientes para nos dar essa sensação. Depois de lê-lo, você sentirá que atravessou um desses momentos.



Eu senti isso quando vi Jill Bolte Taylor, neurocientista e PhD pela Universidade de Harvard (EUA), se apresentando em uma conferência. A verdade é que é muito melhor assistir à conferência do que tentar resumi-la.


Nela, além explicar algumas coisas sobre o cérebro e a diferença entre o hemisfério esquerdo e o direito, usando um cérebro de verdade no palco (que despertou muitos risos dos participantes), ela nos conta a sua incrível experiência.


Jill decidiu estudar neuroanatomia porque seu irmão estava sofrendo de esquizofrenia e ela queria conhecer, e entender, a diferença entre um cérebro ‘normal’ e um cérebro afetado por doenças mentais, como a esquizofrenia e o transtorno bipolar…


E quem diria, um dia ela acordou com uma estranha sensação que acabou culminando em um acidente vascular cerebral, ela não se recuperou totalmente até 8 anos atrás e, para ela, essa foi uma experiência incrível. Sim, como você poderá ouvir…


De maneira divertida e fácil, ela explica os claros sintomas que identificam um derrame. Em sua palestra ela nos conta tudo o que estava para acontecer de forma clara, do momento em que ela acordou até que o momento em que o derrame começou a acontecer: “Fui para o chuveiro e senti tudo isto: alteração no meu nível de consciência e uma confusão repentina, fui perdendo minhas forças em um braço e em uma perna, problemas de fala, não entendiam o que eu dizia (Jill conta como ela chamou um colega e ele só a ouviu dizer ‘gua gua gua’), tive perda de visão, dor de cabeça severa, perda de equilíbrio e coordenação, dificuldades para andar e formigamentos.”





Jill nos conta que seu hemisfério esquerdo estava desligado, e ela perdeu a percepção da realidade. No entanto, seu hemisfério direito lhe conferiu um sentimento de paz e felicidade, que ela qualifica como Nirvana. Foi incrível, e para ela foi uma experiência reveladora, mística e profunda que ela deve contar ao mundo…


Assim, desapareceu o estresse que ela sentia, suas preocupações, e surgiu uma mente silenciosa que não a incomodava, ela mesma estava espantada e achando genial! “Perder 37 anos de carga emocional é tão liberador! Mas não tenho tempo para sofrer um derrame!”


Após esta experiência, Jill nos convida para que nos tornemos donos de nossas vidas, que sejamos nós mesmos e que facilitemos a nossa rotina sem nos complicar em excesso. Que possamos desligar o nosso hemisfério esquerdo… nós temos o poder de desligá-lo!


Na verdade, entre choros e risos, Jill consegue nos tocar e nos faz refletir sobre o verdadeiro significado da vida. Ela, a partir de sua experiência, nos convida a refletir sobre como, às vezes, parece que precisamos de um toque de atenção para que possamos perceber como somos sortudos…


A finalidade deste artigo é reveladora e gostaria, com humildade de minha parte, encorajar você a assistir a esta conferência; se você ou algum membro de sua família sofreu um acidente vascular cerebral assisti-la, fale a respeito com seus entes queridos que sentiram medo ou que ainda sentem, expresse-se francamente e chore quando você precisar chorar, em algum ombro amigo.


Há sempre alguém disposto a ajudar e entender nossas lutas individuais.


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PORQUE ALGUNS ESPÍRITOS FICAM VAGANDO EM ESTADO DE PERTUBRAÇÃO


Presos a Matéria




Pessoas que viveram aqui só voltados aos prazeres materiais, sem se preocupar com o seu futuro espiritual, geralmente demoram-se na crosta terrestre, buscando ainda os mesmos tipos de prazer que costumavam cultivar quando encarnados, acomodam-se junto aos encarnados que apreciam os mesmos vícios, induzindo as pessoas a prática, para usufruir dos fluídos. Ex: bebidas, cigarros, etc.




Um espírito não esclarecido, chega do outro lado praticamente sem consciência do que está acontecendo, não acredita já estar morto, continua a agir como se ainda estivesse vivo, assiste todo o funeral e acha que esta sonhando, fica ao redor do caixão com seu corpo ou entre os familiares. 


Depois do enterro, volta para casa e tenta se comunicar, como ninguém responde às suas perguntas fica desorientado, não aceita auxílio de outros espíritos que vieram para ajudar; como sempre lhe disseram que “os bons”, vão direto para o céu, e como uma pessoa nunca se julga má, ele fica esperando que os anjos venham buscá-lo. Como os anjos não aparecem, alguns ficam anos ou séculos na sua casa, no local da morte ou junto com os seus bens, tesouros ou pertences.


Aprendem a se alimentar da energia dos vivos, se “encosta” como dizem, numa pessoa que lhe ofereça condições, e muitas vezes, mesmo sem saber que está prejudicando, suga a sua energia. Deixando-a, cada dia mais debilitada, começam a surgir às doenças.


Região de Sombra e Dor


Quando o espírito comete delitos graves aqui na Terra (assassinatos, crimes) ele é atraído para regiões de sombra e dor, o chamado umbral, onde pelo sofrimento chegará um dia ao arrependimento e o desejo de reparar o mal praticado, e então será socorrido por espíritos bons que irão retirá-lo de lá e serão conduzidos a postos de atendimento espiritual conhecido como colônias.


Falta de preparo para morte

Tudo isso acontece porque as religiões não preparam as pessoas para essa passagem. Somente ensinam que o pecador, batizado, convertido ou morrendo sob confissão, extrema unção, encomendação do corpo ou tendo um funeral com os rituais religiosos, vai direto para o céu.

As pessoas nasceram e são livres para fazerem o que quiserem inclusive o mal, aí entram as religiões cuja missão é conduzir o homem à prática do bem e da justiça e conseqüentemente prepará-lo para voltar melhor do que quando veio. 


Por não admitir o renascimento a maioria das igrejas não tem outra saída, a não ser ensinar que o morto deve aguardar de braços cruzados dentro do caixão até o momento em que as trombetas vão soar e todos ressuscitarão, para o julgamento coletivo do juízo final.


Como nada prende um espírito, ele sai por aí para fazer o que quiser. Esse é o motivo que incontáveis irmãos se encontram nessa situação há muito tempo. É obrigação dos vivos auxiliarem com suas orações e atos aqueles que já se foram principalmente convencê-los do arrependimento.

Daí a necessidade de se doutrinar e evangelizar esses espíritos para que no menor tempo possível lhes seja dado conhecer a Verdade que os libertará das falsas doutrinas e das falsas promessas.

bibliografia: Livro Céu e Inferno