quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

AURORAS BOREAIS E AUSTRAIS



Qual a verdadeira origem das auroras boreais (no polo norte) e austrais (no polo sul)? A ciência diz que são causadas pelo Sol a 150 milhões de Kms de distância da Terra, porém há cada vez mais a tese de que têm origem no interior de nosso planeta onde existe um "Sol Central" com cerca de 900 Km de diâmetro, sendo esse talvez o 'núcleo' incandescente que a ciência refere mas nada tem a ver com o 'magma' ou lava dos vulcões, pois esse se forma mais à superfície onde existem os combustíveis fósseis (hidrocarbonetos, crude, gás natural, etc). 

A tese da "Terra Oca" é já uma realidade que a NASA bem conhece e não revela publicamente por motivos óbvios, sendo habitada por uma civilização mais avançada do que a da superfície, conhecida há milhares de anos pelos hindus e tibetanos, e que o Vice-Almirante Richard Byrd contactou fisicamente na sua última expedição ao Polo Norte em 1947, tendo adentrado a Terra em cerca de 2730 Km, tendo visto ali o 'paraíso' há muito perdido ou aquela "terra de perpétuo mistério, o centro do desconhecido", como revelou em suas memórias num Diário que manteve em segredo até à sua morte.

Portanto, a questão das auroras boreais e austrais tem origem no "Sol Central" de nosso Planeta que sob determinadas circunstâncias se refletem na atmosfera exterior através das aberturas polares e não no Astro-Rei a 150 milhões de Kms de distância da Terra. Se assim fosse, não se verificaria o fenómeno apenas nas zonas polares e sim em qualquer parte do mundo...

Rui Palmela
http://www.novaera-alvorecer.net/


SINAIS DE SHAMBHALLA





"Sinais de Shamballah"... Esta foi a expressão que os Lamas tibetanos, companheiros de Nicholas Roerich, sussuraram sobre a aparição súbita de um misterioso objecto voador não identificado, pairando a cerca de 400 metros do solo por cima do seu acampamento, na fronteira do Tibete com o norte da India, no caminho de Srinagar em 1924.

Segundo a descrição desse avistamento, tratou-se de um corpo luminoso sulcando o espaço em velocidade vertiginosa, semelhante a um "disco encandescente" de estranha luminosidade azulada, que nada tem a ver com o vulgar fenómenos dos meteoritos ou 'estrelas cadentes' bem conhecido.

O próprio Roerich dá conta desse facto na página 149 do seu livro The Hearth of Asia publicado em Nova Iorque, dizendo ainda que aqueles avistamentos, naquela região do Mundo, são muito frequentes. 

Ainda nesse ano, o grande explorador e iniciado nos Mistérios da Tradição, visitou o Mosteiro de Ghum, no Tibete, e o Lama responsável por ele adiantou peremptoriamente sobre o caso o seguinte: «Sinal da Nova Era! Em verdade o tempo do Grande Advento se aproxima. Segundo as nossas profecias, a Era de Shamballah já começou e o seu soberano (o Rei do Mundo) está preparando o seu exército invencível para a batalha decisiva e já aqui se estão encarnando todos os seus auxiliares e oficiais»... 

Tais "auxiliares" e "oficiais", segundo alguns estudiosos de Teosofia ou do Conhecimento hermético milenar, são o «Preclaros Membros da Excelsa Loja Branca» e o tal exército invencível constitui-se das «Forças Desarmadas de Agharta» (um povo intraterreno mais evoluido do que a Humanidade da superfície, desconhecido pelos homens comuns), mesmo assim "mais poderoso que todos os exércitos juntos da face da Terra", por dominarem a força dos Elementos e possuirem naves de grandes capacidades.

Esses Seres, cuja génese resultou do cruzamento sexual da espécie humana com ETs, os "Pitris Barishads" ou Progenitores Angélicos (referidos no Génesis - Cap. 6: 2, 4), criando corpos físicos a meio da 4ª Raça-Mãe, Atlante, recolheram ás grandes regiões do interior da Terra pouco antes da grande catástrofe do Dilúvio de que fala a Bíblia e levou à submersão da lendária Atlântida (desaparecida há cerca de 12.000 anos), resguardando-se até hoje do contacto com os humanos da superfície por razões que bem se entendem.




Mas outros 'sinais' de Shamballa são bem conhecidos hoje, como o caso das Auroras Boreais e Austrais cuja origem não é do Sol a 150 milhões de Kilómetros de distância, mas sim do interior da Terra onde existe um "Sol Central" (o chamado 'núcleo' do Planeta) que sob determinadas circunstâncias provoca esses efeitos na Atmosfera terrestre exterior através das aberturas polares, aquelas mesmas por onde penetrou o Vice-Almirante Richard Byrd nas suas expedições ao Ártico e Antártica. 

Esse mesmo Sol, com 900 Km de diâmetro, aquece e ilumina os reinos internos de Agharta que a Ciência comum desconhece (ou não se pronuncia oficialmente sobre o assunto), sendo referido há muito pela Ciência Iniciática. De resto, fala-se também que dessas aberturas polares saiem e entram objectos que identificamos por OVNIS, havendo a crença de que parte de suas origens está em bases subterrâneas desconhecidas pelos homens comuns da superfície.

Perante tudo isto, interroga-se o mais simples e comum cidadão como eu sobre a verdadeira origem desses objectos voadores não identificados que têm sido vistos nas últimas décadas um pouco por todo o lado, em grande actividades, sendo que os testemunhos são imensos e as aparentes contradições sucedem pelas mais diversas explicações a este respeito.




Pelo meu lado, que creio tanto na existência de uma civilização avançada Intraterrestre (conhecida há milhares de anos pelos mestres hindus e Lamas tibetanos), como creio na existências de Civilizações Extraterrestres mais evoluidas no seio do Cosmos (inclusive dentro do nosso Sistema Solar), penso que algo está prestes a suceder à escala planetária de modo a que intervenham forças não só interiores como exteriores ao nosso Orbe que está precisando duma grande Transformação, necessária de resto para uma Nova Humanidade que surgirá após os "tempos difíceis" ou de grande atribulação que Jesus profetizou em seu Sermão.

Creio que estarão presentes nesses Acontecimentos de "Juizo Final", não só os membros de Agharta como da Grande Fraternidade Branca dos Mundos superiormente evoluidos que decerto instaurarão aqui na Terra um Reino de Paz e Harmonia Universal, que perdurará para sempre após serem restabelecidas todas as coisas e afastados os que dominaram pelo Erro e Engano induzindo a Humanidade por caminhos de Condenação. 

Na verdade "O Príncipe deste Mundo" há muito que já está julgado...


Pausa para reflexão!

Rui Palmela



Ver: AURORAS BOREAIS E AUSTRAIS


SHAMBHALLA




Shambhalla, em sânscrito significa "lugar de paz", é uma localidade mítica, habitada por uma comunidade de seres perfeitos e semi-perfeitos que em silêncio e segredo são os guias da evolução da humanidade.


Segundo a lenda, somente os puros de coração podem viver em Shamballa. Ali desfrutam de completo bem estar e felicidade em uma existência sem sofrimento, sem angústia de desejos, sem doença ou velhice. Não há injustiças; as pessoas são belas e possuem faculdades metafísicas, psíquicas ou extra-sensoriais. São altamente avançados sob todos os aspectos, do espiritual ao tecnológico, do artístico ao científico.


Os textos religiosos tibetanos descrevem a natureza física de Shambhalla com detalhes, com sua estrutura semelhante ao lótus de oito pétalas, ali, oito regiões aparecem cercadas de montanhas. A capital é Kalapa. Os palácios são ornamentados com ouro, diamantes, corais e outras gemas preciosas. Cercado de picos recobertos de gelo, o conjunto, montanhas e palácios, são como uma jóia arquitetônica refletindo uma luz cristalina.


Uma tecnologia avançada é usada em Shambhalla; um palácio possui clarabóias cristalinas que polarizam a luz e são como lentes de "telescópios" que servem também para estudar o Cosmos e a vida noutros mundos. Há milênios que os habitantes de Shambhalla usam veículos-naves que circulam nos subterrâneos através de um sistema complexo de túneis, alguns saindo para a superfície, tendo sido observados no céu em várias partes do Mundo. Os Shambhallens possuem faculdades telepáticas e clarividência e o poder da levitação, podendo também projectar seu corpo astral para qualquer lugar, tendo a habilidade de se materializar ou desmaterializar perante o olhar comum dos humanos.


Nicholas Roerich, descreve Shamballah como estando "no meio de colossais montanhas perenemente nevadas, com vales luxuriantes e fontes de água quente”... Quanto ao seu acesso, Roerich refere que “nos contrafortes dos Himalaias existem muitas grutas que vão até grandes distâncias, sob o Kinchinjunga”, falando inclusive da “porta de pedra” mítica que nunca foi aberta porque ainda não chegou o tempo. Estas profundas passagens conduzem a Shambhalla – o vale maravilhoso".


A localização exata de Shambhalla é até hoje um mistério...




Lama, fala-me de Shambhalla!

- Mas vocês, os ocidentais, não sabem nada de Shambhalla – nem desejam saber nada. Provavelmente perguntas só por curiosidade; e pronuncias esse nome sagrado em vão.

Lama, não pergunto por Shambhalla ao acaso. Em toda a parte as pessoas sabem desse símbolo, embora lhe dêem nomes diferentes...Todos sentimos como, sob símbolos secretos, um grande segredo se esconde. Verdadeiramente, o cientista ardente aspira a saber tudo sobre Kalachakra (ensinamentos de Buda).


- Poderá isso ser verdade quando alguns dos ocidentais profanam os nossos templos? Fumam dentro dos nossos santuários sagrados; não compreendem nem querem venerar a nossa fé e o nosso ensinamento. Ridicularizam e menosprezam os símbolos cujo significado não penetram. Se visitássemos os vossos templos, a nossa conduta seria completamente diferente, porque o vosso grande Bodhisattva, Issa (Jesus), é verdadeiramente um dos que foi exaltado. E nenhum de nós difamaria os ensinamentos da misericórdia e da rectidão.

Lama, só os muito ignorantes e estúpidos ridicularizariam os vossos ensinamentos… Porque é que acreditas que no ocidente não sabemos nada de Shambhalla?… Vês que estou a ler o Kalachakra. Sei que um espírito elevado, se estiver preparado e ouvir uma voz proclamando Kalagiya, é o chamamento de Shambhala. Sabemos que Tashi Lama visitou Shambhalla... Até sabemos a canção Mongol sobre Shambhalla. Quem sabe talvez até saibamos muitas coisas novas para ti.

O Lama estudou-nos com o seu olhar penetrante. Depois disse:

- A Grande Shambhalla está nos confins do oceano. É o poderoso domínio celeste. Não tem nada que ver com a nossa Terra. Como e porquê vocês, pessoas da terra, têm interesse nisso? Só em alguns lugares, no longínquo Norte, se podem ver os resplandecentes raios de Shambhalla.

Lama, conhecemos a grandeza de Shambhalla. E sabemos da realidade desse lugar indescritível. Mas também sabemos da realidade da Shambhala real. Sabemos como alguns altos Lamas foram a Shambhalla, como no seu caminho viram coisas habituais do mundo físico. Sabemos da história do Lama Buryat e de como ele foi acompanhado por uma passagem secreta… Mais ainda, nós mesmos vimos um posto numa fronteira branca uma das três vigias de Shambhalla. Por isso, não me fales só da Shambhalla celeste, fala-me também daquela da Terra; porque sabes, tão bem quanto eu, que a Shambhalla da terra está ligada à celeste. E nessa ligação os dois mundos se unem.

O Lama ficou em silêncio.

- Vens do ocidente e no entanto trazes notícias de Shambhalla. Verdadeiramente assim é: Provavelmente o raio da torre de Rigden-jyepo chegou a todos os países. Tal como um diamante, brilha a luz da torre de Shambhala. Ele está lá - Rigden-jyepo, infatigável, sempre vigilante nas causas da humanidade. Os seus olhos nunca se fecham. E no seu espelho mágico ele vê todos os acontecimentos da Terra.


Nicholas Roerich, in Shambhalla






Ver a seguir: SINAIS DE SHAMBALLA

SINARQUIA E A SOCIEDADE FUTURA



 Sinarquia é um sistema filosófico-politico de uma sociedade Perfeita governada por Sábios e não por uma classe politica corruptivel como a que conhecemos actualmente. A visão dessa Sociedade futura foi desenvolvida por Saint-Yves d’Alveydre, figura impar considerado um dos luminares da Teosofia, aclamado pelos Rosa-crucianos, um grande mestre proeminente na  história do Ocultismo em França no século XIX.

Saint-Yves foi autor de várias obras, como  "O Arqueômetro",  "A teogonia dos Patriarcas",  “A Missão dos Soberanos”, etc.,  entre  uma colecção vasta de textos intitulados "As missões" que cobre grandes períodos históricos. Estudou profundamente os escritos de Fabre d’Olivet e interessou-se pelas filosofias orientais, pela tradição iniciática ocidental e pelos temas clássicos da Antiguidade, com especial ênfase no Egipto. Foi profundamente influente nos movimentos rosacrucianos franceses da sua época, bem como nos movimentos teosóficos, martinistas e outros de carácter ocultista ou secretista como a Maçonaria da qual foi membro. Morreu em 1909.

Alguns estudiosos consideraram-no membro de Agartha, uma cidade misteriosa conhecida há milhares de anos pelos Hindus e Monges Tibetanos. Ele teria mesmo recebido instrução de um  grupo de emissários do Oriente encabeçados pelo Princípe Hardjij Scharipf a respeito da cidade secreta localizada no “Centro do Desconhecido” ou naquelas terras além dos Polos, como dizia o Vice-Almirante Richard Byrd quando fez suas expedição ao Polo Norte e adentrou a Terra em milhares de kilómetros, tendo contactado com uma civilização superior à da superfície tal como relata no seu Diário publicado no ano de 1992.  
Mas voltando a Saint-Yves, ele já sabia da existência  dessa Sociedade Perfeita cujo sistema organizacional ele preconiza que venha a formar-se num mundo pós-democracias quando estas cairem pelas suas falsas concepções da justiça, da liberdade e da igualdade, tendo aberto mais caminhos à Iniquidade. De resto, os povos já começam a questionar seus valores rejeitando a classe politica que os governa explorando e sacrificando sempre os seus cidadãos que desejam sim  uma verdadeira Sociedade onde não haja mais exploração do homem pelo homem e todos vivam em paz e união. 


Nessa sociedade futura não haverá mais necessidade de sindicatos de trabalhadores para se defenderem dos patrões exploradores ou empresários especuladores e governos imorais, tão pouco haverá Bolsas de Valores ou Mercados de Capitais e 'lavagens' de dinheiros e contas em 'Offshres'  ou 'paraisos fiscais,  pois todos perceberão que apesar de sermos diferentes todos somos IGUAIS.  
A Sinarquia baseia-se num modelo de Sociedade onde não haverá mais injustiças e desigualdade social e todos viverão em paz e harmonia universal. A organização dos povos assentará no perfeito equilibrio e entendimento de que todos devem trabalhar para o bem comum, com a correcta repartição da riqueza para suprir todas as necessidades dos cidadãos que têm o seu “direito de berço” garantido.


A Organização dessa Sociedade assentará em pilares fundamentais que não se limitam aos aspectos materiais mas também e acima de tudo espirituais.  A gestão dos recursos é feita por vários representantes da Comunidade Mundial de acordo com as necessidades de cada cidade que elege um Chefe reconhecido pelas suas qualidades e virtudes como um Sábio na área a que preside (Educação, Saúde, etc.)
A Sinarquia será pois um “Adventum Regnum Tumm” que marcará um Novo Ciclo na História da Humanidade após esta sofrer as necessárias transformações para que seja possivel continuar a viver de forma sustentável neste Planeta onde só ficarão os mais justos que sobreviverem ás grandes catástrofes naturais ou dias de atribulação que se desenrolam nos tempos actuais.
A minha própria visão da Sociedade futura será aquela que faz parte de uma Mensagem que enviei para a Assembleia-Geral das Nações Unidas em 1995 e deixo aqui:

Pode ser Utópica, como a Sinarquia de Saint-Yves de Alveydre, mas é aquela que  creio venha a concretizar-se no futuro.

Rui M. Palmela
   

CIDADES INTRATERRENAS




Segundo o conhecimento oculto, existem no seio da Terra 3 reinos internos denominados de Agharta, Badagas e Duat. Várias cidades se interligam entre si nesses reinos subterrâneos referidos  por vários autores como Francis Bacon, Thomas Moore, Tomaso Campanella, Bulwer Lytton, James Hilton, Alice Baley, René Guénon e outros.
Helena Petrova Blavastky, a grande teosofista russa, refere-se a Shamballa como a Capital ou o Centro do Mundo e o explorador polonês Ferdinand Ossendovski refere-se ao reino de Agartha habitado por milhões de indivíduos governados por um soberano, Rigden Jyepo

Ossendovski, faz referências a Agartha no seu livro Bestas, Homens e Deuses, mostrando que o povo oriental crê em tal facto, especialmente os hindus, tibetanos, mongóis e chineses. Diz-se mesmo que em determinados momentos toda a natureza se cala na superfície  para louvar o Rei do Mundo em suas manifestações no plano físico. No final do século XIX, o marquês Saint-Yves D'Alveydre viajou pela Índia e arredores e ouviu relatos semelhantes, que registrou na sua obra Missão da Índia.


Das várias cidades internasTelos será uma das mais importantes com 1.500.000 habitantes remanescentes da Lemúria (antigo continente desaparecido), situada sob os montes Shasta, na Califórnia. 

Depois existe  Posid,com 1.300.000 habitantes remanescentes de Atlântida, localizada abaixo das planíceis de Mato Grosso no Brasil. Na serra do Roncador situa-se Létha e outras mais sob o grande Continente sul americano. 

Uma outra será Shonshe, refúgio da cultura Uighur que fica nos Himalaias e sua entrada é protegida por um Monastério, e Shingwa fica localizada na fronteira da Mongólia com a China e uma pequena cidade secundária no Monte Lassen.

Telos significa “Comunicação com o Espírito”, tem forma de domo e é formada por cinco níveis. O primeiro nível concentra o comércio, educação e administração, além de um Templo em forma de pirâmide com capacidade para 50.000 indivíduos. 

A Ascenção é o objectivo principal da Comunidade onde não há dissenções religiosas de nenhuma espécie e sim compreensão da Unidade para os vários Planos da Eternidade.

Toda a população em Telos é vegetariana desde há 12.000 anos e ali não existem doenças ou violência devido a isso, contrariamente à população da superfície. A longevidade é uma característica dessa civilização avançada onde o envelhecimento dos corpos físicos é retardado podendo viver vários séculos pela sua condição genética, apesar de não serem imortais, pois isso só é possivel no plano do espírito e não da matéria perecivel que é sempre passível de transformação em qualquer dimensão. 

Em Telos não existe dinheiro e todas as necessidades básicas de seus habitantes são supridas, não havendo a chamada luta de classes ou pela sobrevivência nem tão pouco as desigualdades sociais tão comuns na Sociedade humana.  


As ligações entre as várias cidades intraterrenas são feitas por imensos túneis por onde circulam veículos velozes, tipo Metro, que atravessam todo o globo interno, havendo outros veículos (os chamados Ovnis) que saiem para a superfície por aberturas nas montanhas e calotas polares por onde adentrou Richard Byrd nas suas viagens ao Polo Norte e Polo Sul, tendo contactado uma civilização mais avançada no interior da Terra onde esteve durante 20 dias, como descreve no seu Diário que conservou secreto até à sua morte em 1957, pois esteve impedido pelo governo de seu país de dizer ao mundo tudo o que vira e sabia.

Acredita-se por fim que muitos desses intraterrenos  se encontram actualmente na superfície do Planeta no sentido de ajudar a humanidade a desenvolver-se a vários níveis e fundir os dois mundos (interno e externo) para uma Sociedade mais perfeita, evoluida e avançada, sem guerras,  sem violência, sem injustiças e  desigualdades socias, de mais respeito pela Natureza e pela vida dos animais.

VIAGEM Á TERRA OCA


Em memória do Almirante Richard Byrd

  
                                    

No início de 1970, a Administração do Serviço de Ciência e Meio Ambiente (ESSA), que pertence ao Departamento de Comércio dos Estados Unidos, divulgou para a imprensa fotografias do Pólo Norte tiradas pelo satélite ESSA-7 em 23 de novembro de 1968. 
Uma dessas fotografias mostrava o Pólo Norte com um imenso buraco ou abertura para seu interior. 
A ESSA estava longe de suspeitar que suas fotos rotineiras de reconhecimento atmosférico fosse contribuir e despertar uma das controvérsias mais sensacionais a respeito da Terra Oca, cuja realidade já tinha sido demonstrada pelo Almirante Richard Byrd em 1947 nas suas expedições aos Polos (Norte e Sul) onde penetrou pelos mesmos, respectivamente 2.730 e 3.690 Km numa extensão para o interior da Terra onde viu não gelo nem neve,  mas sim vastas áreas de montanhas, florestas, vegetação, lagos e rios numa "Terra de Eterno Mistério" como dizia. 

Dado que por razões geográficas é impossível voar uma extensão de 2750 km além do Pólo Norte e 3700 km além do Pólo Sul sem ver água ou gelo, parece lógico  que o vice-almirante Byrd deve ter voado adentrando o Planeta por enormes cavidades convexas dos pólos.

Portanto, nas suas expedições feitas, respectivamente, em 1947 e 1956 ao Ártico e Antártica, R. Byrd teria completado um total de 6.420 Km numa aventura insólita que confirmaria aquilo que há muito suspeitava ou lhe teria sido transmitido sobre o interior da Terra e suas aberturas polares.


Era para provar tudo isso, de resto,  que estava preparada uma expedição conjunta ao Polo Norte no ano de 2007, chefiada por norte-americanos mas com russos fazendo parte da equipa. 

A viagem estava preparada para o dia 4 de Julho a partir de Murmansk na Rússia, por mar, com retorno previsto para o dia 17 do mesmo mês, mas acabou por ficar adiada para 2008 por não terem sido reunidas as verbas necessárias para o efeito ou por outras razões. 

De resto nunca poderá ser bem sucedida se as intenções não forem de ordem espiritual, pois os dois paises em questão têm ambições desmedidas, mais de ordem material, havendo já disputas por causa do petróleo debaixo daquelas regiões geladas onde o Canadá também reclama seus direitos territoriais... 
Enfim,  já em 2006 a viagem tinha sido anulada pela morte repentina de um dos seus organizadores, o famoso expedicionista norte-americano Steve Currey  no dia 26 de Julho desse ano.  Agora a equipa expedicionária seria constituida por 100 pessoas, abrangendo geólogos, geofísicos, geógrafos e biólogos, organizada pela Phoenix Science Foundation  no Estado de Kentucky (EUA), e a North Pole Inner Earth Expedition - NPIEE, que utilizaria o navio nuclear russo quebra-gelos, de nome Yamal, fretado para essa mesma finalidade.


"Acreditamos que esta possa ser a maior expedição geológica da História do Mundo", dizia o Presidente Brooks Agnew, da Phoenix, quando foi entrevistado sobre o assunto, acrescentando ainda que:«Chegámos ao fim de todos os dados conhecidos sobre a estrutura do planeta e ainda assim persiste a teoria de que os planetas são esferas ocas...  Estaremos formando uma equipa de cientistas e engenheiros para reunir e registar dados nunca vistos antes».

A expedição contaria com 100 lugares no barco distribuidos do seguinte modo: 33 cientistas e engenheiros (é curioso o número pois é hermético); 15 cineastas e fotógrafos; 5 peritos de comunicação e técnicos em lincagem com satélite; 23 instrutores de Exopolítica e Embaixadores  (para estabelecer que tipo de relações diplomáticas e com quem); e  24 membros da equipa original.

Tudo isto induz  a tirar três conclusões óbvias:

 1º - O governo dos EUA sabe da existência da "Terra Oca" e do Mistério dos Polos e da verdade dos MUNDOS SUBTERRÂNEOS, como também os demais sabem (Rússia, França, Irão, Israel, Inglaterra, India, China, etc.) inclusive Portugal onde nos anos de 1978-80 uma equipa científica franco-americana apetrechada com o melhor material técnico de então, esteve na Serra de SINTRA (lugar de profundos mistérios e enigmas de Portugal) tentando estabelecer contacto a adentrar a "Terra Oca", sabendo-se de fonte segura que houve contacto e que o resultado de tudo isso quase redundou em tragédia para os participantes que, da noite para o dia, subitamente abandonaram o projecto saindo às pressas do país. 

«Sabemos o que aconteceu, mas não relataremos aqui"... 

diz a Directoria da revista PAX da C.T.P. (Comunidade Teúrgica Portuguesa), de cuja autoria é grande parte das revelações deste artigo;

 2º - O interesse da Fundação Phoenix e seus patrocinadores é (ou pode ser apenas) exclusivamente COMERCIAL, pelo que a tentativa de descobrir a "Terra Oca" a partir do Polo Norte terá um único motivo de conquistar ou usurpar talvez suas riquezas e recursos naturais. 
Os EUA como 'donos' do Mundo conhecido, desejariam é certo também ter algum domínio próprio do mundo desconhecido...

 3º - O Dr. Brooks não foi sincero na sua entrevista quando afirmou que "nunca houve dados de fonte alguma sobre esta área do nosso planeta". Certamente sabe a verdade mas não pode dizê-la abertamente, pois seria algo como um reconhecimento público sobre um assunto que o governo dos EUA não quer que se saiba, como de resto outras coisas que tem escondido em relação aos OVNIS e suas origens (ou parte delas).


Doutro modo, foi em 1947 que o próprio Richard Byrd começou a escrever suas memórias num Diário que conservou secreto até à sua morte (em 1957), impedido de falar sobre o assunto pelo próprio governo norte-americano que o forçou a fazer  voto de sigilo.  

Esse Diário, porém,  foi descoberto e publicado em 1992, sendo que nele se descreve o encontro do Almirante com tripulantes de naves, homens altos, louros, de olhos azuis, pertencentes a um povo altamente evoluido do Mundo Interno, conhecido há milhares de anos como o povo de Agharta.

Entre 1928-1955, Byrd fez 11 expedições aos pólos geográficos, tendo sido dado como desaparecido a 19 de fevereiro de 1947, tendo surgido 20 dias depois, falando de uma "terra além do Pólo Norte - Agartha" onde esteve.  

De restoum ex-agente da CIA, Virgil Amstrong, chegou mesmo a afirmar que Byrd viveu em Agartha quase um mês e que ele descreve uma civilização subterrânea como "sendo superior à nossa", acrescentando ainda que, imediatamente após a descoberta do seu Diário, as rotas sobre Agartha foram declaradas secretas pelos serviços norte-americanos que criaram bases militares a fim de não deixar quaisquer invasores descobrirem como chegar lá. 
Armstrong revelou também que o Governo dos E.U.A. estabeleceu relações com o Grande Conselho de Agartha.   
   

O Almirante Richard E. Byrd morreu 10 anos depois de sua experiência, a 11 de Março de 1957. No seu Diário, escrito em 11 de Março de 1947, ele escreveria o seguinte:

     «Acabo de participar de uma reunião no Pentágono. Relatei integralmente o que descobri e a Mensagem que trouxe para os governantes do Mundo exterior. Tudo foi devidamente gravado. O Presidente dos EUA foi avisado. Fui detido por várias horas (seis horas e trinta e nove minutos para ser exacto). Fui exaustivamente interrogado pelas Forças de Segurança Máxima e por uma equipa médica. Foi uma grande provação! Fui colocado sob estrita vigilância pelo Serviço de Segurança e ordenaram-me que permanecesse em silêncio quanto a tudo o que descobri. E lembraram-me de que sou um militar e que devo obedecer ás ordens».

No dia 30-12-1956, Byrd fez sua última anotação no mesmo Diário dizendo o seguinte:

       «Os últimos anos que passaram desde 1947 não foram bons... Faço agora a minha última anotação neste diário singular. Terminando, devo declarar que, fielmente, mantive o assunto em segredo, conforme ordenado, por todos estes anos. Foi completamente contra os meus princípios morais, mas agora parece-me pressentir a chegada da longa noite e esse segredo não morrerá comigo, mas, como deve ser com tudo o que é verdade, deverá esta triunfar.  
Ele poderá ser a única esperança para a Espécie Humana. Eu vi a Verdade e ela vivificou o meu espírito e me libertou!  Cumpri com o meu dever para com o monstruoso complexo militar. Agora, a longa noite começa a aparecer mas não será um fim. Quando a longa noite do Ártico terminar, o Sol brilhante da Verdade voltará... e os que foram da escuridão cairão com a sua Luz...Pois eu vi aquela Terra além do Polo, aquele Centro do Grande Desconhecido».

  Na verdade, muitos são os autores (ver link depois do texto)) que falam de uma civilização avançada no interior da Terra desde o tempo da lendária Atlântida. O próprio herói babilônio Gilgamesh teria visitado seu antepassado Utnapishtim nas entranhas da Terra.  Na mitologia grega diz-se que Orfeu teria resgatado Eurídice desse mundo subterrâneo e os faraós do Egipto comunicavam-se com o mundo interior, onde desciam através de túneis secretos ocultos nas pirâmides. 
Os lamas tibetanos ou hindus budistas acreditam ainda que milhões de pessoas vivem em Agharta, um paraíso subterrâneo governado pelo Rei do Mundo.




             
   

Richard Byrd  terá visto o  Éden  terrestre ou o lugar do  'Paraiso'  há muito perdido?


Fica aqui mais esta dissertação,

Pausa para reflexão

Rui Palmela

Link dos principais Autores que falaram dos reinos subterrâneos:  http://www.novaera-alvorecer.net/autores_terraoca.htm

Ver ainda:

CIDADES INTRATERRENAS
 SHAMBHALLA - CENTRO DO MUNDO