sexta-feira, 4 de março de 2016

SOMOS NÓS QUEM ESCOLHE O MOMENTO EM QUE ENTRAMOS E SAÍMOS DO NOSSO ESTADO FÍSICO


Somos nós quem escolhe o momento em que entramos no nosso estado físico e o momento em que saímos. Sabemos quando atingimos aquilo que era suposto atingirmos quando para cá fomos enviados... 

Quando já tiver tido tempo para descansar e retemperar a sua alma, é-lhe permitido escolher a sua reentrada no estado físico.

O nascimento no seio das nossas famílias não é um fruto do acaso, nem uma coincidência. Escolhemos as nossas circunstâncias e estabelecemos um plano para as nossas vidas, mesmo antes de sermos sequer concebidos. 

Somos ajudados no nosso planeamento por entidades espirituais que, provavelmente, também nos orientam e protegem enquanto estamos nos nossos corpos físicos, consoante o nosso plano de vida se vai desenrolando. 

Destino é mais um nome para os dramas que já escolhemos.
Existem provas consideráveis de que vimos realmente os acontecimentos principais na nossa vida futura, os chamados pontos de destino, durante a fase de planeamento anterior ao nosso nascimento. 

Nós escolhemos nossa reencarnação?







Regis Mesquita


Nós escolhemos quando nascemos? Escolhemos em que 

família nascer? Escolhemos o tipo de vida que teremos?


Existem algumas regras que são seguidas na maioria dos 
casos. A primeira e mais importante:quanto mais evoluído 
for o espírito, mais liberdade ele tem de escolha.


Um espírito mais evoluído, mais maduro e consciente, está 
melhor preparado para tomar decisões importantes. 
Sendo assim, participa mais ativamente da preparação 
de sua encarnação. 

Esta preparação inclui a época do nascimento,
algumas características do corpo que terá, as missões 
de vida (objetivos a serem atingidos), e vários outros aspectos 
de sua encarnação futura.


A encarnação corresponde a uma restrição da vida do espírito.
Ele “sai” de uma faixa vibratória mais sutil e encarna em uma 
faixa vibratória mais densa. Além disso, grande parte do 
conteúdo do espírito fica dissociado, ou seja, “não age” na
vida encarnada.


O espírito que anima o corpo de cada um possui milhares de 
anos, talvez milhões. As encarnações contam-se às centenas
ou milhares. 

Para conseguir focar em sua missão de vida, o espírito tem
que restringir esta enormidade de conteúdos próprios. 
Quantas vezes as pessoas dizem umas para outras: “esquece
isto, toca sua vida. Estas coisas do passado estão te atrasando
a vida”. 

É exatamente isto que acontece com o espírito encarnado: 
quando parte do seu conteúdo fica dissociado, “ele 
esquece o passado”. Ele foca em uma “nova vida”, com 
muito menos influência deste passado. 
É uma vida protegida, protegida dele mesmo. 

Esta proteção visa facilitar sua evolução naquilo que foi 
planejado antes de nascer.

O processo de encarnação é complexo e muito bem 
orientado por espíritos mais evoluídos. 
Desta forma, são raríssimos os espíritos que encarnam na 
Terra que têm total liberdade de escolha dos aspectos 
de sua encarnação. 

A massa dos encarnados no planeta está em níveis 
evolutivos e vibratórios que necessitam de muita 
ajuda e orientação. Sendo assim, quase todos participam 
da sua programação de encarnação, porém sem 
grandes possibilidades de decidir - podem sugerir, mas a 
decisão final é resguardada para quem tem mais 
maturidade e experiência, os espíritos mais evoluídos. 

Existem, obviamente, algumas exceções a estas regras.

O fato de você estar encarnado no Planeta Terra significa 
que já evoluiu bastante, mas que ainda mantém 
grandes necessidades evolutivas. 

Seus desafios atuais são oportunidades de aprendizagem; 
ou seja, aprendizado daquilo que é necessário para o 
espírito evoluir. Para cumprir nossas missões de vida temos
que enfrentar os desafios que a vida nos coloca. 

Nem sempre escolhemos conscientemente estes desafios,
mas podemos torná-los úteis ao aproveitá-los para desenvolver 
em nós habilidades e qualidades.

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