quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

OS SETE DONS E SEU SIGNIFICADO



Os sete dons: 

Sabedoria, inteligência, ciência, conselho, fortaleza, piedade e temor de Deus ajudam a entender os planos de Deus na vida de cada cristão. Mas, também, capacitam para superar o perigo da indiferença e do medo, para amar a Deus como Pai. 



Estes dons, ainda, empenham os cristãos na luta por um mundo mais justo e humano e para perseverar na fé e na esperança, mesmo em meio aos desafios e dificuldades.
Eles resumem toda a ação do Espírito Santo nas pessoas.



Os dons doados pelo Espírito de Deus não tornam as pessoas passivas, inertes, acomodadas. Mas, pelo contrário, o cristão que toma consciência de que está imbuído por seus dons, transforma sua vivência.
Um cristão crismado que não ajuda a transformar, a mudar a sociedade em que vive, certamente engavetou seus dons.

Sabedoria- Ela nos leva ao verdadeiro conhecimento de Deus e a buscar os reais valores da vida. O homem sábio e a mulher sábia é aquele(a) que pratica a justiça, tem um coração misericordioso, ama intensamente a vida, porque a vida vem de Deus.

Inteligência- Este dom nos leva a entender e a compreender as verdades da salvação, reveladas na Sagrada Escritura e nos ensinamentos da Igreja.
Ex. Deus é Pai de todos; em Jesus, Filho de Deus, somos irmãos ...

Ciência- A capacidade de descobrir, inventar, recriar formas, maneiras para salvar o ser humano e a natureza. Suscita atitudes de participação, de luta e de ousadia, frente a cultura da morte.

Conselho- É o dom de orientar e ajudar a quem precisa. Ele permite dialogar fraternalmente, em família e comunidade, acolhendo o diferente que vive em nosso meio. Este dom capacita a animar os desanimados, a fazer sorrir os que sofrem, a unir os separados ...

Fortaleza- É o dom de tornar as pessoas fortes, corajosas para enfrentar as dificuldades da fé e da vida. Ajuda aos jovens a ter esperança no futuro, aos pais assumirem com alegria seus deveres, às lideranças a perseverarem na conquista de uma sociedade mais fraterna.

Piedade- É o dom da intimidade e da mística. Coloca-nos numa atitude de filhos buscando um dialogo profundo e íntimo com Deus. Acende o fogo do amor: amor a Deus e amor aos irmãos.

Temor de Deus- Este dom nos dá a consciência de quanto Deus nos ama. "Ele nos amou antes de tudo". Por isso, precisamos corresponder a este amor.

OS SETE DONS DO ESPIRITO SANTO




Na convivência com as pessoas, percebemos que cada uma possui qualidades, dons próprios, característicos, e que, somando tudo, resulta uma riqueza imensa.

É o próprio Espírito de Deus que distribui a cada um(a) os seus dons, segundo seu consentimento: nem todos têm de fazer tudo, mas um(a) precisa fazer a sua parte. Os dons são tão diversos como são as pessoas.


Nos caminhos e descaminhos da vida, cada pessoa vai descobrindo suas possibilidades e capacidades pessoais. É preciso que cada um saiba ousar, mesmo encontrando dificuldades. Importa ter coragem, fincar o pé e buscar sempre. A busca pertence a cada pessoa e faz da história de fé para com Deus.

Quando nos referimos ao Espírito Santo sempre tomamos como referência os sete dons:
sabedoria, inteligência, conselho, ciência, fortaleza, piedade e temor de Deus.

Eles são inspirados no texto do profeta Isaías (11, 2-3). O Novo Testamento assume esta profecia na pessoa de Jesus Cristo, o Messias prometido. Ele seria possuído pelo Espírito de Deus e a partir de sua força, praticará um reinado alicerçado na justiça e na paz, conforme os dons recebidos.

O número sete no contexto bíblico. Significa universidade, totalidade, perfeição. Os dons do Espírito são inúmeros, portanto, ao falar em sete, podemos dizer que recebemos todos os seus dons.

São Paulo, em Gálatas 5, 22-23, fala nos "frutos do Espírito: amor, alegria, paz, paciência, bondade, benevolência, fé, mansidão e domínio de si". Estes frutos provêm de um projeto de vida que todo cristão é chamado a perfazer. Isto não significa que os teremos de uma hora para outra.

Mas, a vida do cristão é um constante converter-se ao crescimento da fé, e um comprometimento para gerar estes frutos na convivência do dia-a-dia.
Podemos dizer que os "dons são qualidades dadas por Deus que capacitam o ser humano para seguir com gosto e facilidade os impulsos divinos, para tomar a decisão acertada em situações obscuras e para reprimir as forças do orgulho, do egoísmo e da preguiça, que se opõem à graça de Deus.

AS PROVAÇÕES DA VIDA





Para compreendermos as sortes e os azares e como a vida e o destino funcionam, temos que nos abstrair desta mundana condição humana e temos de observar através do princípio do ciclo das encarnações que é um sistema de aprendizagem e a Lei da causa e efeito ou karmica que rege este processo global.

Na vida Eterna

Lá em cima, na 5ª Dimensão, na eternidade deste Universo a que pertencemos, somos obrigados a aprender Lições e para isso descemos a um Plano inferior em que nos materializamos sobre a forma de uma vida inteligente e antes de partirmos do Lar celestial, é nos mostrado o Destino de toda a encarnação como as missões, as provações e consequentes lições que devem ser aprendidas com essas experiências, a forma como perdoamos e superamos os ensinamentos, e lá vimos nós tendo escolhido a Família e os Pais e aquilo que nos irá passar ao longo da vida.

No dia-a-dia

Vivemos a vida que escolhemos mas estamos totalmente esquecidos dessas decisões, estamos totalmente amnésicos do outro lado até que a morte venha e mesmo assim, há quem se recuse a retornar ao Lar Celestial - até ser carregado à força para o Ministério da Regeneração.

Ao longo do percurso da Vida, temos marcos pelos quais, por muitas decisões que tomemos num sentido de fuga, obrigatoriamente iremos sempre por lá passar, e muitas vezes somos obrigados a tomar uma determinada decisão, por muito que nos custe.

Fugir ao Destino, que são os marcos da vida, é ir dar uma grande volta repleta de problemas e chatices para mais tarde sermos obrigados a estar defronte da mesma situação e ter de tomar a decisão esperada. Pode ser ter de falar com uma pessoa, ou ajudar alguém, etc.

Mas se estava predestinado pelo Destino, não cumprir estes marcos é condenarmos a repetir mais uma encarnação (ou mais) para passar por aquelas experiências que se renunciou.
A renuncia pode ser até o suicídio, a pior das saídas que leva a um castigo divino severíssimo.

As Provações

Quando passamos por uma experiência, boa ou má, o objectivo é superá-la, aprender as lições, desvalorizar e perdoar. Desta forma, teremos superado a provação.
Nós passamos provações para aprendermos a crescer, a evoluir para o perdão.

Os motivos da provação podem ser no imediato inatingíveis. Citando uma dissertação de Kryon aonde ele aborda o sentido das encarnações, ele dá o exemplo de uma criança pequena que é raptada por um pedófilo assassino e as pessoas procuram desesperadamente a criança e imploram a Deus que seja salva.

A criança acaba por ser morta e encontrada e instala-se a revolta entre os populares, sendo a critica maior?
"Meu Deus, porque permitistes esta barbárie? Eu que orei tanto!"
ou "Onde estavas tu Deus?"

Este é a curta visão do homem pois Kryon prossegue com a explicação do ponto de vista superior, da mecânica das encarnações e as missões na vida. Aquela criança tinha como missão se sacrificar para chamar a atenção de todas as pessoas para os casos de maus tratos das crianças. 

No momento que ela esteve na iminência do acto hediondo, o Livre Arbítrio de Deus permitiu que ela chamasse ajuda e seria salva por Deus como as pessoas esperavam, mas tal como Jesus Cristo decidiu avançar e morrer na Cruz, nós, os nossos espíritos tomam a decisão de cumprirem ou não a sua missão nesta Terra.

Vamos observar outro exemplo que é raro mas se enquadra nos temas presentes neste espaço.
"Você" descobriu que a razão da sua vida estar estranhamente demasiado complicada se deve a alguém lhe ter feito uma macumba, feitiço, bruxaria que é exactamente a mesma coisa.

Como nota, esqueça as velinhas e as missinhas porque o trabalho é rigorosamente seu e não é para ser feito pelos outros.
Pode vir a saber ou não quem lhe fez tal maligna maldade, mas vão se passar três fases, mesmo que não chegue á ultima porque infelizmente o mal tende a gerar reactivamente mais mal e infelizmente muito pouco perdão.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

AME-SE E ACEITE A LINDA PESSOA QUE VOCÊ É




Olha para dentro de ti, sente o teu coração. Como está? Encolhido, fechado, demasiado aberto, dorido.. 
Aceita-o como estiver e abraça-te, perdoando todas aquelas culpas ou erros que tu próprio inculcaste ou deixaste que outras pessoas o fizessem.

Começa a respirar fundo deixando teu coração sem temor nem nenhum tipo de dor. 
Da lhe autorização para caminhar sem medo, diz lhe que és maravilhoso, que fazes tudo muito bem. 

Diz lhe que o processo da vida é sábio trazendo te em cada momento aquilo que precisas.

Dedica muito mais atenção a ti próprio e aprende a querer te tal como tu decidiste ser. Pouco a pouco encontrarás paz interior, calma e harmonia.

Não duvides em amar-te muito, tanto como para compreender que és o protagonista do teu filme. 

Amar-se é aceitar-se
Amar-se é não julgar, nem castigar-se
Amar-se é sentir

Amar-se é sentir que o Universo te põe na frente tudo aquilo que necessidade em cada situação para que através dela possas crescer.

Amar-se é respeitar-se e para isso é preciso conhecer-se, saber quem és, o que desejas, o que pensas... 

Amar-se é observar-se com ternura e dizer tudo aquilo que ninguém te disse ou que não soubeste ouvir quando to diziam.

Amar-se é olhar-se por fora e por dentro como o presente mais esperado ou a pessoa querida.


 QUEM APRENDE A AMAR-SE, APRENDE A AMAR TUDO                               E A AMAR OS OUTROS

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

OS TRÊS PILARES DO DHARMA



Praticar e compreender o Dharma é uma coisa rara e preciosa. Poucas pessoas no mundo são presenteadas com essa oportunidade. A maior parte das pessoas está rodando em círculos, levadas pela ignorância e desejo, inconscientes da possibilidade de saírem dessa roda de samsara , a roda de avidez e ódio. As oportunidades para praticar surgem por causa de algo que na língua páli se chama Parami

Cada momento mental que for livre de avidez, ódio e ilusão tem certa força purificadora no fluxo da consciência; e em nossa longa evolução acumulamos muitas dessas forças purificadoras dentro de nossas mentes. 

Onde houver uma grande acumulação desses fatores benéficos de não-avidez, não-ódio e não-ilusão, os paramis tornam-se fortes e resultam em todo tipo de felicidade, desde os prazeres sensuais mais mundanos até a mais elevada felicidade da iluminação. Nada acontece por acaso ou sem causa.
Há dois tipos de paramis: pureza de conduta e pureza de sabedoria. As forças de purificação envolvidas na correta conduta tornam-se a causa de vizinhanças felizes, circunstâncias agradáveis, relacionamentos felizes e a oportunidade de ouvir o Dharma.
O outro tipo de parami, a pureza de sabedoria, desenvolve-se pela prática do correto compreender e torna possível o crescimento da percepção, do insight. Ambos os tipos de paramis, essas duas forças de purificação, devem ser desenvolvidas para que tenhamos a chance de praticar o Dharma e, depois, a sabedoria para compreendermos.
Há três pilares do Dharma, três campos de ação que cultivam e reforçam os paramis. O primeiro deles é a generosidade. Dar é a expressão do fator mental não-avidez em ação. Não-avidez significa ceder, abrir mão, não segurar, não agarrar, não se enganchar. 

Toda vez que dividimos algo ou damos algo a alguém, isso reforça o fator benéfico, até que se torna uma força mental poderosa. O Buda disse que se soubéssemos, como ele sabia, qual o fruto do ato de dar, nós não deixaríamos passar nem sequer uma simples refeição sem dividi-la. Os resultados cármicos da generosidade são a abundância e relacionamentos profundamente harmoniosos com as outras pessoas. Dividir, compartilhar o que temos é uma forma linda de nos relacionarmos com os outros e nossas amizades ficarão muito intensificadas pela qualidade da generosidade. Ainda mais significante é que o cultivo da não-avidez torna-se uma grande força de liberação. O que nos mantém presos é o desejo e o apego em nossas mentes. À medida que praticamos o dar, aprendemos a ceder, a abrir mão.
Diz-se que há três tipos de doadores. O primeiro são os doadores mendigos. Dão após muita hesitação e ainda assim apenas as sobras, o pior do que eles possuem. Eles pensam: "Será que eu deveria das ou não? Talvez sejam coisas demais?" E finalmente talvez se desfaçam de algo que realmente não queriam. 

Dadores amigáveis são pessoas que dão aquilo que elas próprias usariam. Dividem o que têm com menos deliberação, mais mãos-abertas. O mais elevado tipo de doadores são os doadores reais ou nobres que oferecem o melhor do que têm. Eles compartilham espontaneamente sem precisar deliberar. Dar tornou-se natural em sua conduta. A não-avidez é tão forte em suas mentes que em cada oportunidade que têm, eles dividem aquilo que é mais cobiçado, de forma solta e amorosa. 

Para algumas pessoas, doar é difícil; a ganância é forte e há muitos apegos. Para outros a generosidade vem facilmente. Não importa. De qualquer lugar do qual estejamos começando, simplesmente começamos a praticar. Cada ato de generosidade lentamente enfraquece o fator avidez. Compartilhar abertamente é uma forma linda de viver no mundo e, através da prática, podemos nos tornar doadores reais.
Há dois tipos de consciência que estão envolvidos em nossos atos. Uma delas é a "consciência induzida": a mente que considera e delibera antes de agir. A outra é a chamada "consciência não-induzida" e é muito espontânea. Quando uma ação específica foi bem cultivada, não há mais necessidade de deliberar. 

Essa consciência não-induzida, muito espontânea, opera bem no momento. Através da prática, desenvolvemos o tipo de consciência em que dar se torna a expressão natural da mente. Devemos cultivar a generosidade a partir da compaixão e do amor por todos os seres. 

Em muitos discursos, o Buda incitou as pessoas a praticarem a doação até que ela se tornasse uma expressão fácil, sem esforço, da compreensão. A generosidade é um grande parami: figura como a primeira das perfeições do Buda. À medida que vai sendo cultivada, torna-se causa de grande felicidade em nossas vidas.
O segundo pilar ou sustentáculo do Dharma, ou campo de ações purificadoras, é a abstenção moral. Isso significa seguir os cinco preceitos básicos: não matar, não roubar, não cometer desregramento sexual, não utilizar discurso errado e não utilizar tóxicos que turvam a mente e a tornam embaraçada.
- Todos os seres querem viver e ser felizes; todos os seres desejam ser livres da dor. É um estado mental muito mais leve preservar a vida do que destruí-la. É muito melhor remover gentilmente um inseto de dentro de nossas casas e colocá-lo para fora do que matá-lo. É ter reverência por todos os seres vivos.
Não roubar significa abster-se de tirar as coisas que não nos foram dadas.
- conduta sexual ou desregramento sexual é mais facilmente entendido como abstenção de ações sensuais que causem dor ou prejudiquem os outros, ou turbulência e distúrbio em nós mesmos.
Abster-se do discurso incorreto significa não apenas dizer a verdade, mas evitar todo tipo de conversa frívola ou inútil. Muito do nosso tempo é perdido em fofocas. As coisas surgem em nossa mente e falamos sem considerar sua utilidade. Restrição no discurso é muito útil para tornar a mente pacificada. Não usar linguagem rude ou abusiva. Nosso falar deve ser gentil, cultivando harmonia e unidade entre as pessoas.
Abster-se de tóxicos: Ao caminharmos no caminho da iluminação, em direção à liberdade e clareza da mente, também não é muito útil usar coisas que nublam nossa mente, tornando-a embaraçada. O descuido no uso de tóxicos enfraquece sobremaneira nossa resolução de mantermos os outros preceitos.
A importância e o valor dos preceitos está em muitos níveis. Eles agem como uma proteção para nós, uma guarda contra a criação de carma maléfico. 

Todos esses atos dos quais nos refreamos, nos abstemos, envolvem motivos de avidez, ódio ou ilusão e são carmicamente produtores de dor e sofrimentos futuros. Enquanto a atenção ainda estiver sendo desenvolvida e, às vezes, não estiver ainda muito forte, a resolução de seguir os preceitos servirá como um aviso quando vocês estiverem a ponto de cometer algum ato ruim. Atos inúteis ou ruins também causam um peso e escuridão mental no momento em que os praticamos. 

Cada ação útil, boa, cada refrear de atividades maléficas, traz leveza e claridade. Se vocês observarem cuidadosamente a mente ao fazerem qualquer atividade, vocês começarão a perceber que toda atividade baseada na ganância, no ódio ou ilusão causa peso para surgir. 

Seguir esses preceitos morais como regras para viver nos mantêm leves e permite que a mente seja aberta e clara. É uma forma muito mais fácil e menos complicada de viver. Neste nível de compreensão, os preceitos não são entendidos como mandamentos e sim seguidos pelo efeito que têm sobre a nossa qualidade de vida. Não existe o sentido de imposição de forma alguma porque eles são a expressão natural de uma mente clara.
Os preceitos têm um significado ainda mais profundo no caminho espiritual. Eles libertam a mente do remorso e da ansiedade. Culpa a respeito de ações do passado não ajuda muito e mantém a mente agitada. Ao estabelecer uma pureza de ações no presente, a mente torna-se mais facilmente tranqüila e penetrante. Sem concentração, o insight é impossível. De modo que um alicerce na moralidade torna-se a base do desenvolvimento espiritual.
O terceiro campo de atividade purificadora é a meditação. A meditação está dividida em duas correntes principais. A primeira é o desenvolvimento da concentração, a habilidade da mente permanecer firme sobre um objeto, sem vacilar nem passear. 

Quando a mente está concentrada há um grande poder de penetração. A mente que está espalhada, dividida, não consegue enxergar a natureza do corpo e da mente. Mas concentração apenas não é suficiente. A poderosa força da mente precisa ser utilizada à serviço da compreensão, que é o segundo tipo de meditação: o cultivo do insight, da percepção. Isto significa ver claramente o processo das coisas, a natureza de todos os Dharmas.


O sábio corrige sua mente inquieta, agitada,ardilosa, não-confiável, tal como o arqueiro constrói a flecha  (Buda; Dhammapada - verso 33)

Tudo é impermanente e está em fluxo, surgindo e passando de momento em momento. A consciência, o objeto, todos os diferentes fatores mentais, o corpo: todos os fenômenos compartilham do fluxo da impermanência. 

Quando a mente está clara ela experimenta essa mudança incessante a nível microscópico: de instante a instante estamos nascendo e morrendo. Não há nada ao que nos agarrarmos, nada a que nos atarmos. Não devemos nos apegar a nenhum estado mental ou corporal, nenhuma situação externa a nós mesmos, pois tudo esta mudando no momento. 

O desenvolvimento do insight significa experimentar o fluxo da impermanência dentro de nós de modo que possamos começar a abrir mão, a ceder, não nos agarrando tão desesperadamente aos fenômenos mente-corpo. Experimentar a impermanência leva a uma compreensão de insatisfação inerente do processo mente-corpo: insatisfação no sentido de que ele é incapaz de nos dar qualquer tipo duradouro de felicidade. 

Se pensarmos que o corpo vai ser a causa da nossa paz, felicidade e alegria permanentes, então não estaremos vendo a decadência inevitável que vai ocorrer. Conforme começamos a ficar velhos e doentes, decadentes e morremos, as pessoas com um forte apego ao corpo experimentarão grande sofrimento. A decadência é inerente a tudo o que aparece, que surge. Todos os elementos da matéria, todos os elementos da mente, surgem e desaparecem.
Outra característica de toda existência, que pode ser vista com o desenvolvimento do insight e da consciência, é que em todo esse fluxo dos fenômenos não existe algo como um "eu" ou um "self", um "meu", ou um "mim". São apenas fenômenos fluindo, fenômenos vazios, vazios de self, de ego. Não há entidade por trás de tudo que esteja experimentando tudo. O experimentador, o sabedor é, em si mesmo, parte do processo. À medida que o insight é cultivado através da prática da atenção, as três características da existência são reveladas.
O insight é um processo de purificação: quando todas as negatividades em nossa mente tiverem sido vistas, examinadas e finalmente extirpadas, elas não surgem de novo.
Sabedoria é a culminação do caminho espiritual, que começa com a prática da generosidade, refreamentos morais e o desenvolvimento da concentração. A partir dessa base de pureza surge o insight penetrante na natureza da mente e do corpo. Ao estarmos perfeitamente atentos ao momento, tudo aquilo que foi acumulado em nossas mente começa a subir, emergir. 

Todos os pensamentos e emoções, toda a malevolência, avidez e desejo, toda a luxúria, todo o amor, toda a energia, toda a confiança e alegria, tudo que está em nossas mentes começa a ser trazido ao nível consciente. E através da prática da atenção, do não agarramento, da não-condenação, não-identificação com coisa alguma, a mente torna-se mais leve e mais livre.
Uma indicação do poder relativo desses vários campos de parami foi dada pelo Buda. Ele disse que o poder da purificação na doação é aumentado pela pureza do recebedor. Mas muitas vezes mais poderosa, até mesmo do que ter feito uma oferenda ao próprio Buda ou à uma ordem inteira de monges e monjas iluminados, é a prática do pensamento da bondade amorosa com uma mente concentrada. E ainda mais potente do que cultivar esse pensamento amoroso é ver claramente a impermanência de todos os fenômenos, pois esse insight dentro da impermanência é o início da liberdade.
Por Joseph Goldstein; A Experiência do Insight - Editora Roca

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

SE PODE DESEJAR, PODE REALIZAR






Não há privilegiados no mundo de Deus.
Se um ser pode, todos os seres da mesma espécie, nas mesmas condições, também podem.

O poder é o mesmo para todos.
A sabedoria é a mesma para todos.
A capacidade criadora é a mesma para todos.
A fé tem a mesma força para todos.

Olhe á sua volta e o que vê???

Vê pessoas felizes, alegres, bem sucedidas, ricas, viajadas, sorridentes, sendo e tendo tudo aquilo que você, um dia, sonhou para si.
E diga-me o que estas pessoas têm que você não tem!!! Se somos todos feitos do mesmo espírito, já pensou nisso!!!

Chamam-se Sonhos.... Estas pessoas criaram sonhos, acreditaram neles e saíram a conquistá-los.
Se você fizer o mesmo, tambem será uma pessoa feliz e bem-sucedida.
Para Deus não existem privilegiados. Como todos somos igualmente filhos de Deus, somos tratados igualmente por Deus.
Nunca se esqueça:
Acredite você também pode, basta acreditar em si e siga os seus sonhos...

Cátia Alexandra Cardana

A VERDADE DE CADA UM




Apesar de termos em comum a condição humana, em toda a sua grandeza e fragilidade, somos, cada um de nós, expressões únicas e especiais da existência. Quanto mais nos mantivermos conscientes deste fato, mais imunes estaremos às comparações e tentativas de nos igualar aos outros, ou às pressões que buscam fazer-nos seguir caminhos diversos daqueles determinados por nossa essência interior.

Resistir a estas pressões nem sempre é fácil, especialmente na infância e adolescência, quando a consciência de quem de fato somos ainda não está formada, e, por isso mesmo, dependemos da aprovação externa para nos sentirmos alguém de valor.


Por essa razão, muitos chegam à idade adulta ainda carregando esta obsessiva necessidade de reconhecimento, seja ela consciente ou não. Encontrar a própria verdade e saber reconhecê-la exige coragem e um olhar atento para nosso próprio interior.

Somente ele pode nos revelar qual é a nossa verdade, do que realmente precisamos para sermos felizes e o que pode ser descartado porque não passa de ilusão, algo em que durante muito tempo acreditamos, mas que nos foi imposto pelo mundo como sendo o melhor.

Respeitar a verdade de cada um é um aprendizado valioso, sem o qual jamais conseguiremos construir um mundo de paz, pois o amor e a harmonia só podem brotar onde estiverem presentes a compaixão e a solidariedade.

Postado por Luiz Augusto Gonçalves Barbosa às 7/12/2009

sábado, 19 de outubro de 2013

POR QUE DEVEMOS MEDITAR?



Quais são os benefícios da meditação?
A meditação é muito útil na vida diária, mesmo para aqueles que não meditam regularmente. Ainda que Deus esteja presente em cada pessoa, nunca poderá se manifestar entre tanta desordem, e a desordem está em nosso estado mental caótico. E, com a lucidez que nos traz a meditação, se tornará possível estar acima da razão, através da clareza que ela nos traz, a ponto de nos colocar mais em contato com a nossa própria divindade. 
  • Primeiro, a meditação mantém e melhora a saúde mental, desenvolve paz interior e tranquilidade que favorece a serenidade, o contentamento e a felicidade.
  • Em segundo lugar, melhora a auto-estima, o comportamento racional, o julgamento equilibrado, favorecendo a interação social.
  • Em terceiro lugar, a meditação melhora a concentração da mente, dissipando a confusão, levando a um melhor entendimento, a um melhor conhecimento.
  • Em quarto lugar, mantém e melhora a saúde física, proporcionando descanso e relaxamento e prevenindo doenças e desenvolve a força e o vigor.
  • A meditação amplia nossos processos mentais, purificando a mente e elevando-a para níveis mais elevados de consciência. Temos alguns obstáculos mentais tais como: sonolência ou preguiça, dúvidas (incertezas), malevolências, distrações e desejos. Meditando purificamos a mente.
 A meditação tem inúmeros benefícios para todo tipo de pessoas, especialmente, benefícios mentais.
  • Para pessoas muito ocupadas ajuda a se livrar da tensão e
  • para pessoas preocupadas ajuda a se tornar calma e encontrar paz.
  • Ajuda a superar o medo no coração e aumenta a alegria das pessoas idosas.
  • Há ainda fortes evidências de que ajuda alcoólatras e viciados em drogas a superar os seus perigosos hábitos.
  • Aumenta a habilidade de aprender e memorizar e, além disso,
  • faz as pessoas felizes tanto acordadas como dormindo, sem medo de perigo ou até mesmo da morte.





Como praticar a meditação.


Primeiramente devemos escolher um local silencioso, arejado e limpo. O quarto de dormir é o ideal. 


Depois devemos nos acomodar em uma posição confortável, na qual seja possível permanecer por um bom tempo sem se mover. 



Pode-se se sentar com as pernas cruzadas ao estilo oriental ou deitar-se com a barriga para cima, as pernas esticadas e os pés unidos. 



Após isso se deve fazer o relaxamento de todo o corpo, e para isso usaremos a técnica que já vimos nas primeiras lições deste curso. 

Feito isso, iremos utilizar o método descrito abaixo e passar a fazer a meditação propriamente dita. 



Ao praticar a meditação entenda que seu único objetivo deve ser silenciar a mente, parar com sua agitação e com a sucessão de pensamentos que normalmente ocorre. 

Quando se consegue alcançar o silêncio absoluto da mente, ou seja, a ausência total de pensamentos, é que experimentamos o Vazio Iluminador, o êxtase místico, a liberdade da alma. 

Quanto mais se pratica a meditação mais a mente vai se aquietando, e mais perto estaremos de alcançar o Vazio Iluminador. 

Não se preocupe em saber como deve ser o Vazio Iluminador ou qualquer coisa do tipo. Concentre-se apenas na técnica de meditação que você estiver fazendo. 

Seu objetivo deve ser apenas silenciar a mente, nada mais. O demais virá por acréscimo. 

INCENSO, O AROMA QUE TRAZ PAZ




A palavra Incenso vem do Latim: “Incendere” que significa queimar. Os egípcios foram os primeiros a usar o incenso, onde as resinas de goma e resinas oleosas de árvores aromáticas foram importadas das costas da Arábia e Somália para ser usado em rituais religiosos.

O incenso é essencialmente um composto de plantas aromáticas e óleos essenciais, que liberam perfume aoserem queimados, cada uma das essências com sua função. 

Os egípcios criaram um composto de efeito benéfico, que combinava 16 ingredientes na preparação desse incenso: mel, vinho, passas, junco doce, resina, mirra, olíbano, séseli, cálamo, betume, labaça, thryon, as duas espécies de arcouthelds, caramum e raiz de Íris. Plutarco o definia como: 

“O incenso tem dezesseis ingredientes, número que constitui o quadrado de um quadrado e tais ingredientes são coisas que, à noite, deliciam. Tem o poder de adormecer as pessoas, iluminar os sonhos e relaxar as tensões diárias, trazendo a calma e quietude àqueles que o respiram.”

O incenso é utilizado em rituais de oração, purificação dos ambientes, aromaterapia e meditação em várias partes do mundo e em diversas culturas e religiões, como os Hindus, Judeus, Gregos, Romanos, Budistas, Islâmicos e em outros cultos.


Tipos de Incensos

Os incensos são acesos para limpar os ambientes, o levando para todos os cantos da casa, energizando e transmutando a energia negativa em positiva. A cada incenso aceso deve-se mentalizar uma oração, além de pensamentos positivos. Representam o “sopro de vida” ou espírito, transportando nossos pensamentos, mensagens e orações a Deus. Devem ser acesos para energizar e transmutar as energias e funcionam como purificadores e condutores de vibrações, sejam das pessoas ou do lugar aonde se encontram.
Existe uma essência a ser utilizada para cada uso, podem ser em pirâmides, quadrados, palitos, pó, e outras formas.

Abaixo você pode conferir qual a função de cada incenso a ser incinerado:




Arruda: confere proteção espiritual e aumenta a segurança. É muito eficiente na eliminação de energias negativas e sua purificação.

Acácia: evita pesadelos e transmite um sono tranqüilo.

Absinto: favorece a clarividência, e também, para proteção e amor.

Alecrim: afasta a depressão, purifica o local em questão, e eleva o nível de pensamentos.

Alfazema: eleva o astral e transmite tranqüilidade.

Almíscar: aumenta a sorte e o sucesso, assim como a intuição.

Angélica: aumenta a proteção.

Artemísia: faz aflorar a clarividência.

Anis estrelado: atrai a boa sorte.

Benjoim: aumenta a criatividade, seja em trabalhos artísticos ou escritos.

Camomila: melhora as finanças e acalma emocionalmente.

Canela: é indicado para questões financeiras e tranqüiliza o ambiente.

Cânfora: aumenta a realização emocional e profissional e elimina todo tipo de energia negativa.

Cedro: aumenta a força física. Muito indicado para purificar os ambientes, pois atrai vibrações de harmonia. Quanto aos negócios, ajuda a ter sucesso com as vendas.

Cipreste: aumenta a concentração, a firmeza e o equilíbrio. Proporciona prosperidade e fortuna.

Coco: traz o equilíbrio emocional necessário para a tomada de decisões.

Cravo: abre os caminhos, atrai dinheiro, destrói as energias negativas reinantes e confere segurança.

Erva cidreira: confere felicidade e sucesso; assim como promove o encontro de verdadeiro amor.

Erva doce: eficaz contra “olho gordo”; como também promove a harmonia e paz.

Eucalipto: renova as energias e promove uma verdadeira limpeza energética do local.

Hortelã: anula as energias negativas. É muito indicado para aumentar a compreensão, o poder de decisão, a ordem e a consciência ecológica.

Jasmim: aumenta a resistência física e melhora os negócios. Acalma o ambiente.

Lavanda: elimina a depressão e confere um sono tranqüilo.

Manjericão: traz sorte, felicidade, prosperidade e proteção.

Mirra: estimula a intuição.

Nag Champa: limpeza energetica, limpeza de espaços, e para tratamentos reiki, massagens....

Noz moscada: alegra o ambiente e atrai dinheiro, da maneira justa e merecida.

Orquídea: indicado para purificar o ambiente de trabalho e ajudar a encontrar soluções para
problemas práticos.

Patchuli: traz abundância e reativa a fertilidade.

Pimenta da jamaica: elimina brigas dentro de casa; atrai dinheiro e boa sorte.

Pinho: atrai proteção e aumenta a fertilidade.

Rosa branca: limpa o ambiente contra as energias maléficas e acalma as pessoas que estão ao seu redor.

Sândalo: ajuda no desenvolvimento e expansão da intuição.

Sândalo branco: traz sucesso, proteção e aumenta o poder da meditação.

Vertiver: é a fragrância que protege o comércio, favorecendo as boas vendas, atraindo dinheiro e a boa sorte.

Violeta: ajuda a espantar as energias negativas.

AS CORES E O PODER DAS VELAS




As cores estão carregadas de energias e significados. O seu uso e estudo na terapia (cromoterapia), as cores são usadas para a cura de doenças, e vem sendo utilizados há muito tempo pelos homens, desde o antigo Egito, Índia, Grécia e China, com objetivo de harmonizar o corpo, atuando no nível físico e até aspectos mais sutis da nossa alma. 

A saúde e a doença estão diretamente ligados a harmonia entre meio ambiente, corpo e mente. A cor da roupa, da casa, dos móveis, de pinturas, anúncios, estão carregados de forças sutis que, embora não nos demos conta, estão influenciando diretamente nossos sentidos, escolhas e nosso humor. 

Não é a toa que na passagem do ano, usamos branco para ter paz, amarelo para dinheiro e inteligência, verde para esperança, azul para saúde e rosa para o amor. Essas e todas as outras cores carregam seus próprios significados e as velas não ficam de fora quando se trata de de unir as cores com o objetivo que se tem ao acendê-las. 

Ao escolher uma vela, devemos também escolher a sua cor relacionando com o pedido a ser feito ao acendê-la. Unindo as duas energias, você terá mais força nos seus pedidos, e passará essa força aos Anjos.

Vela branca: Representa a pureza, limpeza, sinceridade, a busca da paz, reconciliação, harmonia e iluminação. Acende-se quando se deseja ter paz, pode-se chegar às aquisições mais elevadas na vida: atingem o que há de mais sublime: o coração.

Vela amarela: A vela amarela deve ser acesa quando há necessidade de cura energética, clarear a mente, abrir o intelecto, firmar os pensamentos, desenvolver a espiritualidade e ocorrer mudanças rápidas das situações.

Vela azul: Deve ser acesa quando se deseja adquirir calma, serenidade, sabedoria, desenvolver e trabalhar poderes paranormais, sensitividade, intuição e ter expansão nos projetos.

Vela rosa: representa a beleza, o amor, a moralidade. Deve ser usada em assuntos amorosos para fortificar relacionamentos afetivos. Boa cor para realizar os desejos do campo emocional e afetivo.

Vela lilás: Deve ser acesa quando há necessidade de transmutar as energias, transformar negatividade, ter inspirações, aumentar a intuição, combater o “stress” e acalmar-se.

Vela prateada: Representa um brilho especial, aquele que vem da lua. Quando acesa, ilumina o caminho para que se possa atingir o plano astral no qual se mantém contato com os Anjos. Afastando os obstáculos e fortalece os passos de quem se deixa guiar por ela.

Vela vermelha: O vermelho está ligado a uma força vital indispensável, independente de onde seja usado. A vela vermelha deve ser acesa quando se precisa de coragem, ânimo, determinação, força, ação, dinamismo, vigor, proteção, conquistar e liderar assuntos relacionados à matéria, trabalho e dinheiro, para que se tenha triunfo e evolução rápida dos acontecimentos.

Vela verde: A vela verde simboliza a calma, a tranquilidade e o equilíbrio. Deve ser acesa quando se desejar a cura física e espiritual, fertilidade, estabilidade e abundância. Usá-lo significa abrir as portas para que a vida flua.

Vela dourada: O dourado também remete um brilho especial, o do sol! Assim como o prateado o dourado também ilumina o caminho e atrai força positiva para que se alcance o plano astral. Deve ser acesa para atingir um nível elevado onde se pode manter uma comunicação divina.

VELAS, PODER E FORÇA DA LUZ DIVINA




Dizem que quando a gente assopra uma vela é como se tivéssemos assoprando um Anjo para longe, mas como tudo na vida, nossos gestos refletem o que existe em nossos corações. 

Acredito que acender e apagar uma vela significa muito mais que atrair ou afastar um anjo. A luz de uma vela pode representar a luz divina, e a força de cada vela acesa vem de dentro do nosso coração. 

Quando se acende uma vela, cria-se um caminho direto a com sua alma, medita-se sobre as intenções positivas, fazendo pedidos com o coração, mentalizando a energia benéfica a partir da realização dos seus desejos. 

Acredite na vibração da sua aura, deixe as energias negativas se afastarem, entregue-se ao poder dos Anjos, deixe-se absorver pela magia da luz, aproveite essa luz para enxergar seu verdadeiro caminho. 

Os Anjos são a luz e se aproximam de nós para iluminar nossos caminhos, nossos corações. A comunicação entre nós e os Anjos, através da luz da vela, pode ser decifrada conforme a luz da chama.


É possível identificar algumas mensagens:

Vela que não acende prontamente – Indica que o anjo pode estar tendo dificuldades para chegar até você, eles se aproximam quando sua aura está clara. O astral ao seu redor pode estar “poluído ou carregado”.

Vela queimando com chama azulada – O anjo demonstra que, devido às circunstancias, seu pedido terá algumas mudanças. Está lhe pedindo paciência, pois a realização de seu desejo já está à caminho.

Vela queimando com chama amarelada – A sua felicidade está próxima.


Vela queimando com chama vermelha – O seu pedido está sendo realizado.

Vela queimando com chama brilhante – Você está tendo êxito no seu pedido.


Chama que levanta e abaixa – Você está pensando em várias coisas ao mesmo tempo. Sua mente pode estar um pouco tumultuada. Mantenha-se concentrado, limpe a mente e o coração e deixe espaço para os seus sentimentos mais nobres.

Chama que solta faíscas no ar – O anjo colocará alguém no seu caminho para comunicar o que você deseja. Poderá ter algum tipo de desapontamento antes do seu pedido ser realizado. Antes do seu pedido se realizar, você sofrerá algum pequeno aborrecimento.

Chama que parece uma espiral – Seus pedidos serão alcançados, o anjo já está levando sua mensagem. Mas, cuidado, não faça comentários de seus desejos, pois tem gente por perto querendo atrapalhar os seus pedidos.

Pavio que se divide em dois – Seu pedido foi feito de forma duvidosa, tente novamente.

Ponta de pavio brilhante – Sorte e sucesso no seu pedido, a confirmação exata de sua força! Tudo que brilha, o sol, a lua, as estrelas, o ouro e até mesmo um olhar, é repleto de verdade e beleza.

Vela que chora muito – O anjo sente dificuldades em realizar o seu pedido. Pois, você está muito emotiva, e sem forças.

Sobra um pouco de pavio e a cera fica em volta – O anjo pede mais oração.


Vela que se apaga sozinha – O anjo ajudará na parte mais difícil do pedido, o resto cabe à você resolver. Prepare-se para canalizar, através das suas energias, essa realização e conte sempre com a ajuda dos Anjos!

Chama enfraquecida – É preciso reforçar o seu pedido.

Chama que permanece baixa – De tempo ao tempo, pois esta não é a hora certa para receber o que tanto deseja. Indica que você não está bem, e há necessidade de elevar rapidamente o seu astral.

Chama que vacila – Indica que o pedido se realizará, mas antes ocorrerá alguma transformação necessária.

Quando se acende mais de uma vela e uma das chamas está mais brilhante do que as outras – Indica boa sorte.

Quando se acende mais de uma vela e, todas as chamas ESTÃO altas e brilhantes – Erga as mãos para o céu e agradeça pela benção que está recebendo em seu pedido.Quando a vela queima por inteiro: seu pedido foi plenamente aceito.

Quando a vela forma uma ESPÉCIE de escada ao lado – indica que seu pedido está se concretizando.


Quando a vela termina de queimar e sobra cera esparramada no prato, sem queimar – É sinal que você precisa acender novamente o que sobrou, pois existe energias negativas atrapalhando. Quando terminar de queimar, então acenda outra e agradeça ao seu Anjo.